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Homem confunde cola com colírio e passa sufoco em Paracatu
Homem de 50 anos recebeu atendimento no Hospital Municipal; durante o socorro, ainda confundiu álcool com água e passou o produto no rosto
16/07/2026 13h50
Por: Paulo Sérgio
Reprodução

Um homem de 50 anos precisou ser atendido no Hospital Municipal de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, após confundir um frasco de cola instantânea com um colírio e aplicar o produto no olho direito. O caso ocorreu no dia 1º de julho e foi confirmado pela Prefeitura de Paracatu nesta terça-feira (14).

Segundo as informações divulgadas pelo município, o homem carregava os dois frascos no mesmo bolso quando, por engano, utilizou a cola no lugar do medicamento oftalmológico.

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Equipe médica conseguiu remover a cola

Após perceber o erro, o paciente procurou atendimento médico. No Hospital Municipal, os profissionais conseguiram realizar os procedimentos necessários para remover a cola e descolar as pálpebras afetadas sem causar complicações mais graves.

De acordo com a Prefeitura, o atendimento foi realizado com sucesso e o homem recebeu alta após avaliação da equipe médica.

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Novo engano durante o atendimento

A situação inusitada ganhou ainda mais repercussão porque, durante o atendimento hospitalar, o paciente voltou a se confundir e utilizou álcool no rosto ao acreditar que se tratava de água.

Apesar do susto, o incidente não provocou consequências graves e não comprometeu o tratamento realizado pelos profissionais de saúde.

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Paciente segue em recuperação

Após receber alta médica, o morador retornou para casa e segue em recuperação. A Prefeitura informou que ele deveria ter retornado ao hospital para acompanhamento do tratamento nesta semana.

No entanto, até a última atualização das informações divulgadas pelo município, o paciente ainda não havia comparecido à unidade de saúde para a reavaliação médica.

Atenção ao armazenamento de produtos

Casos semelhantes costumam servir de alerta para a importância de armazenar medicamentos e produtos químicos em locais separados e devidamente identificados. Especialistas recomendam evitar guardar frascos semelhantes juntos para reduzir o risco de acidentes domésticos.