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Global 384 analisa como o Drex pode ir além do Pix no Brasil
Após o Pix, o Drex surge como nova etapa da digitalização financeira brasileira. Para Paulo Consulin, CEO da Global 384, o diferencial está nos con...
15/07/2026 10h25
Por: Paulo Sérgio Fonte: Agência Dino

O sistema financeiro brasileiro vive uma nova etapa de digitalização. Após a consolidação do Pix como principal meio de pagamento instantâneo do país, as atenções do mercado se voltam para o Drex, projeto de moeda digital desenvolvido pelo Banco Central que promete ampliar a eficiência das transações ao permitir a liquidação programável de ativos e contratos.

Para Paulo Consulin, especialista da Global 384, o potencial do Drex vai além da conveniência já proporcionada pelo Pix ao consumidor final. Enquanto o sistema de pagamentos instantâneos revolucionou transferências, cobranças e movimentações do dia a dia, o Drex foi concebido para enfrentar desafios presentes em transações mais complexas, envolvendo ativos como imóveis, veículos, títulos e contratos.

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"O grande diferencial do Drex está na possibilidade de programar regras para que diferentes etapas de uma transação aconteçam de forma simultânea e automática. Isso reduz a necessidade de processos intermediários, aumenta a segurança das operações e traz mais eficiência para atividades que ainda dependem de etapas burocráticas", explica.

Segundo o especialista, a utilização de contratos inteligentes poderá reduzir significativamente os riscos operacionais e de liquidação. Na prática, a transferência de um ativo e o respectivo pagamento passam a ocorrer de forma sincronizada, diminuindo incertezas para todas as partes envolvidas na negociação.

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Esse avanço ocorre sobre uma infraestrutura financeira que já demonstra elevada capacidade de processamento. Dados do Banco Central mostram que o Pix registrou recorde de 224,2 milhões de transações em um único dia, além de movimentar bilhões de operações mensalmente, consolidando-se como uma das maiores plataformas de pagamentos instantâneos do mundo. A capacidade de suportar esse volume reforça a maturidade tecnológica do sistema financeiro brasileiro e cria bases importantes para a evolução de iniciativas como o Drex.

Na avaliação de Consulin, a digitalização dos processos tende a gerar impactos positivos para empresas, instituições e consumidores ao longo dos próximos anos.

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"À medida que as transações se tornam mais automatizadas e seguras, o mercado ganha eficiência, reduz custos operacionais e cria condições para o desenvolvimento de novos modelos de negócio. O Drex representa mais um passo na construção de um ambiente cada vez mais moderno, integrado e preparado para as demandas da economia digital", conclui.

Sobre a Global 384

A Global 384 é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil, com operações iniciadas em 2009. Com foco na evolução do sistema financeiro, a companhia se posiciona atualmente como uma plataforma de Banking as a Service (BaaS), conectando sua infraestrutura regulatória a empresas de tecnologia e software houses que integram serviços financeiros às suas soluções.

Sob a liderança de Paulo Consulin, presidente da Associação Brasileira das Sociedades de Crédito (ABSCM), a instituição financeira já realizou mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito e processa cerca de R$ 640 milhões em transações bancárias por mês, atendendo indiretamente mais de 60 mil clientes em todo o país.