Duas pessoas foram presas em Unaí, no Noroeste de Minas Gerais, durante a Operação Midas, ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Ilhéus (BA) — FICCO — que visa desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. A operação ocorre simultaneamente em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Sergipe.
Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão. A Polícia Federal não divulgou os nomes dos presos em Unaí nem as funções que desempenhavam dentro da organização.
Durante as investigações, três fazendas destinadas ao cultivo de maconha foram identificadas na cidade de João Dourado, na Bahia. Nos locais, a droga era geneticamente modificada para apresentar níveis elevados de THC, principal componente psicoativo da maconha. Em uma das fazendas, foi localizado um laboratório equipado com máquinas importadas para a produção de haxixe e “moonrock”.
A investigação também revelou o transporte de maconha e dinheiro da Bahia para o Rio de Janeiro, bem como o envio de drogas e armas do Rio de Janeiro para a Bahia.
Cerca de 15 toneladas de maconha foram incineradas, o maquinário das fazendas foi destruído, e veículos ligados ao transporte da droga foram apreendidos, representando um duro golpe à atuação da organização criminosa na região.
Duas pessoas foram presas em Unaí, no Noroeste de Minas Gerais, durante a Operação Midas, ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Ilhéus (BA) — FICCO — que visa desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro. A operação ocorre simultaneamente em Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Sergipe.
Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão. A Polícia Federal não divulgou os nomes dos presos em Unaí nem as funções que desempenhavam dentro da organização.
Durante as investigações, três fazendas destinadas ao cultivo de maconha foram identificadas na cidade de João Dourado, na Bahia. Nos locais, a droga era geneticamente modificada para apresentar níveis elevados de THC, principal componente psicoativo da maconha. Em uma das fazendas, foi localizado um laboratório equipado com máquinas importadas para a produção de haxixe e “moonrock”.
A investigação também revelou o transporte de maconha e dinheiro da Bahia para o Rio de Janeiro, bem como o envio de drogas e armas do Rio de Janeiro para a Bahia.
Cerca de 15 toneladas de maconha foram incineradas, o maquinário das fazendas foi destruído, e veículos ligados ao transporte da droga foram apreendidos, representando um duro golpe à atuação da organização criminosa na região.