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Condenado por matar professor com mais de 60 golpes de tesoura e faca é preso no Centro por ordem judicial

O professor Gilmar Eustáquio da Silva foi morto com 67 g*lpes de tesoura e f4ca. Uma das tesouras utilizadas no ataque ficou cravada na nuca do educador. Leandro confessou o cr1me, chegou a ser pr3so por poucos dias, mas foi liberado enquanto aguardava julgamento

Por: Flavia Moreira
28/01/2026 às 15h36
Condenado por matar professor com mais de 60 golpes de tesoura e faca é preso no Centro por ordem judicial
Pato Hoje

A Polícia Militar prendeu, na terça-feira (27), no Centro de Patos de Minas, Leandro Caixeta Alves, condenado pelo assassinato do professor Gilmar Eustáquio da Silva. A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado judicial expedido após o trânsito da condenação.

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Leandro havia sido sentenciado em 20 de julho de 2022 a 8 anos e 4 meses de reclusão pelo crime, ocorrido em setembro de 2009. Na ocasião do julgamento, ele obteve o direito de recorrer em liberdade, permanecendo solto até a expedição da ordem de prisão.

Segundo a Polícia Militar, após tomar conhecimento do mandado, a guarnição se deslocou até o endereço do condenado, localizado na região central da cidade. Os policiais foram recebidos por um familiar e encontraram Leandro em casa, onde ele foi detido sem oferecer resistência. Em seguida, foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.

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O homicídio aconteceu no dia 23 de setembro de 2009, dentro do apartamento onde a vítima morava, na Rua Diacuí, no bairro Aurélio Caixeta. O professor Gilmar Eustáquio da Silva foi morto com 67 golpes de tesoura e faca. Uma das tesouras utilizadas no ataque ficou cravada na nuca do educador. Leandro confessou o crime, chegou a ser preso por poucos dias, mas foi liberado enquanto aguardava julgamento.

Durante o julgamento, familiares da vítima realizaram uma manifestação em frente ao Fórum, cobrando justiça. O Ministério Público pediu a condenação por homicídio e também por furto, já que valores referentes a um consórcio recentemente recebido pela vítima não foram localizados.

A defesa sustentou a tese de legítima defesa, alegando que houve um desentendimento após um suposto assédio. O advogado argumentou ainda que o réu era primário, possuía bons antecedentes e mantinha bom convívio social.

A prisão, quase 17 anos após o crime, reforça que, mesmo diante da demora, as decisões judiciais precisam ser cumpridas conforme determina a legislação brasileira.

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