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Paralisação dos caminhoneiros teve fim nesta quarta-feira em Paracatu

Os caminhoneiros tiveram que deixar o local e desmontar as barracas de apoio ao movimento.

Paulo Sérgio
Por: Paulo Sérgio Fonte: Paracatunews
30/05/2018 às 07h35 Atualizada em 30/05/2018 às 13h49
Paralisação dos caminhoneiros teve fim nesta quarta-feira em Paracatu
Foto: Reprodução

As paralisação dos caminhoneiros terminaram nesta quarta-feira (30) em Paracatu. Na cidade, a paralização teve início na última terça-feira (22) com bloqueio parcial da BR-040, próximo ao bairro Vila alvorada.

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Ainda um grupo de caminhoneiros resistia ás margens da rodovia, o qual foi retirado na madrugada desta quarta-feira (30) pelo Pelotão de choque da Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal. Os caminhoneiros tiveram que deixar o local e desmontar as barracas de apoio ao movimento. A  ação da polícia de retirada dos caminhoneiros aconteceu também em João Pinheiro e não houve resistência por parte dos caminhoneiros, disse a Polícia Militar.

A população chegaram a realizar caminhadas em apoio aos caminhoneiros e mesmo sem combustível, veículos realizaram carreatas pelas ruas da cidade contra a alta dos combustíveis no país. Os caminhoneiros revindicam baixa nos combustíveis, no gás de cozinha e lutam contra a politica de reajuste do combustível.

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Na cidade, a greve atingiu todos os postos que ficaram sem combustíveis, durante a paralisação. A paralisação dos caminhoneiros também afetou o transporte público de Paracatu, escolas e faculdades da cidade.

Com o movimento enfraquecido, começava a chegar álcool em alguns postos do município, o que gerou enormes filas de veículos e pessoas em todos os postos da cidade. Já nesta terça-feira (29) caminhões com gasolina começaram a abastecer os postos da cidade e uma verdadeira multidão de pessoas com tambores e veículos realizaram uma gigantesca fila para abastecimento.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP)  também iniciou na madrugada desta quarta-feira (30) uma greve de 72h pelo país. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) considerou o movimento abusivo e estipulou multa de R$ 500 mil por dia aos sindicatos, após ação ajuizada pela Petrobrás e a Advocacia-Geral da União (AGU) na terça-feira (29).

Em comunicado, publicado a FUP relata que os funcionários “não entraram para trabalhar” em refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas e Pernambuco. Segundo a federação, a greve prosseguirá até a meia noite de sexta-feira (1) nas bases operacionais e administrativas dos 13 sindicatos que integram a FUP. A FUP afirma, entretanto, que não há risco de desabastecimento ao país. "Os tanques das refinarias estão abarrotados de derivados de petróleo, em função dos protestos dos caminhoneiros. A nossa greve é para defender o Brasil, é para que os brasileiros paguem um preço justo pelo gás de cozinha e pelos combustíveis”, afirmou, em comunicado divulgado na página da federação o coordenador geral José Maria Range.



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