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AGE-MG encerra 2023 com recorde na recuperação de ativos em ano sem campanha de anistia
Valor de R$ 905 milhões representa R$ 116 milhões a mais em relação ao de 2022
05/01/2024 21h05
Por: Da Redação Fonte: Secom Minas Gerais

Advocacia-Geral do Estado (AGE-MG)  encerrou 2023 com recorde histórico na recuperação de ativos para um ano sem campanhas voltadas à anistia dos devedores. Os valores recuperados entre janeiro e dezembro somaram R$ 905 milhões. A diferença em relação à quantia apurada em 2022 (R$ 789 milhões) é de R$ 116 milhões.

É bom reforçar que o aumento na recuperação de ativos possibilita maior investimento do Estado em políticas públicas, como saúde, educação, segurança pública etc.

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“O crescimento deste resultado decorreu, entre alguns motivos, da especialização, há dois anos, dos núcleos de combate à fraude estruturada, do núcleo de negócios jurídicos (acordos) e do incremento de medidas contra os devedores contumazes, o que alavancou o número de acordos e valores negociados”, informou o advogado-geral do estado, Sérgio Pessoa de Paula Castro.

O advogado-geral adjunto para o contencioso, Fábio Murilo Nazar, também atribuiu o resultado aos aperfeiçoamentos dos fluxos de controle de legalidade, o que imprimiu maior agilidade nos ajuizamentos das ações”.

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Eles parabenizaram a equipe da Procuradoria da Dívida Ativa e Assuntos Tributários (PDAT) pelo aumento na recuperação dos ativos. A procuradora-chefe da PDAT, Maria Clara Teles Terzis Castro, reforçou a importância do fortalecimento das relações interinstitucionais, “especialmente junto à Secretaria de Estado da Fazenda, ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais”.

“O resultado do bom desempenho da AGE-MG foi consequência também do aumento do número de despachos pessoais realizados junto aos juízos onde tramitam os processos e à ampliação do âmbito de atuação, com o ingresso do Estado na condição de assistente de acusação em alguns processos criminais, reforçando a atuação no âmbito do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira)”, disse a procuradora-chefe.

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