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Mulher achada morta em córrego, foi golpeada na cabeça e jogada de ponte em Paracatu

O suspeito de 28 anos preso, possuía um mandado de prisão em aberto por estupro, mas não chegou estuprar Cleidimara.

25/07/2022 às 09h53 Atualizada em 25/07/2022 às 10h44
Por: Paulo Sérgio
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Da Internet
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Um homem suspeito de ter matado uma mulher de 40 anos e jogado o corpo no córrego Rico em Paracatu, foi preso pela Polícia Civil.

O corpo de Cleidimara Barbosa dos Santos, foi encontrada por populares na manhã do último domingo (17), dentro do córrego rico, próximo a ponte que liga a Rua Sinfrônio Rosa com o bairro Santana. 

A vítima estava com parte submersa no córrego e somente com a veste da parte superior do corpo. Próximo ao corpo da Cleidimara os militares encontraram marcas de sangue, sendo acionado a perícia para os trabalhos de praxe. Nas proximidades do local do possível crime, já na outra margem do córrego, os militares encontram uma mochila contendo objetos pessoais e uma cópia de documento de identidade de um homem.  O corpo de vítima apresentava um corte no supercilio do lado direito

As Investigações

 

De acordo com a PC, após o encontro do corpo da mulher submerso no Córrego Rico, foi iniciado uma investigação para apurar as causas da morte, uma vez que o corpo apresentava sinais de violência física. 

A equipe de Policiais  do cartório de crimes contra a vida da 2DRPC/Paracatu, diante de uma minuciosa investigação, chegou ao possível autor do crime de 28 anos de idade. O suspeito já possuía um mandado de prisão  por crime de estupro.

Segundo a PC, durante o cumprimento do mandando de prisão do suspeito que estava em aberto, os suspeito confessou que matou a mulher, alegando ter se desentendido com a vítima ao passar próximo ao córrego. 

O Delegado que preside a investigação representou então ao poder judiciário pela busca e apreensão de objetos na residência do suspeito, sendo cumprido no dia 22 de Julho, visando angariar maiores informações sobre o crime.

Ainda segundo novas informações da PC, foi constado que Cleidimara não foi estuprada, e que morreu devido um traumatismo crânio encefálico, após ser golpeada na cabeça e ser jogada da ponte no córrego.

As investigações seguem e os autos assim que concluídos serão encaminhados para o poder judiciário.

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